sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
MÁSCARAS DE ANIMAIS
terça-feira, 23 de março de 2010
ORGANIZANDO(OU TENTANDO ORGANIZAR)
segunda-feira, 22 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
CAPA PARA MAQUINA DE COSTURA E PAP
MATERIAL:
- 1 m de plástico ou tecido da sua preferência
- 2 m de viés na cor desejada para acabamento inferior
- 2 m de viés na cor desejada para acabamento das laterais
COMO CORTAR:
No plástico ou tecido:
- 1 retângulo de 47 x 76 cm para Eletrônica ou 1 retângulo de 43 x 76 cm para maquina mecânica
- 2 retângulos de 23 x 32 cm
Montagem:
2. Fazer um sanduíche com o retângulo grande e o menor arredondado, colocar o viés por cima aberto e costurar toda a volta para fechar o lado. Faça isso dos dois lados. Dica: caso sua máquina tenha a chapa corrediça transparente coloque um pedaço de fita crepe para o plástico deslizar com mais facilidade.
3. Para arrematar o viés dobre e pesponte. Faça o mesmo do outro lado.
4. Para fazer o acabamento inferior proceda mesma maneira como foi feito a aplicação do viés nas laterais5-por último decore da maneira q quiser.
Eu fiz a minha de algodão cru e na frente coloquei outro tecido de algodão com a mesma largura e com 20cm de altura e passei algumas costuras fazendo divisorias,ficou como um bolso na frente para organizar melhor as coisas da costura.amei,pra decorar fiz florzinhas de fuxico e lacinhos de cetim.ficou lindinha!!!Fácil,útil e simples de fazer.Faça a sua também.bjs
POESIA
Artista que não seja bom artesão,
não é que não possa ser artista;
simplesmente, ele não é artista bom.
E desde que vá se tornando
verdadeiramente artista, é porque
concomitantemente está se tornando artesão.
Mário de Andrade
não é que não possa ser artista;
simplesmente, ele não é artista bom.
E desde que vá se tornando
verdadeiramente artista, é porque
concomitantemente está se tornando artesão.
Mário de Andrade
quinta-feira, 18 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
SIGNIFICADO DO HINO NACIONAL
A LETRA DO HINO NAIONAL E SEU SIGNIFICADO
1 Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado
retumbante,
2 E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
3 Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com
braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada, idolatrada,
Salve! Salve!
4 Brasil, um sonho intenso, um raio
vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e
límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
5 Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha esta grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil, és tu Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
7 Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos
têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida “no teu seio” mais amores”.
Ó Pátria amada, idolatrada,
Salve! Salve!
8 Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- paz no futuro e glória no passado.
9 Mas, se ergues da Justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora,
a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil, és tu Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
1 Na ordem direta: As margens do (riacho) Ipiranga ouviram o brado de um povo heróico; alusão à proclamação da independência, realizada por dom Pedro I, próximo ao riacho Ipiranga, em São Paulo.
2 Com a independência do Brasil, o país torna-se livre do domínio de Portugal.
3 Penhor: direito, garantia. Sentido: Se conquistamos o direito à igualdade entre as nações, poderemos dar a vida para defender a liberdade.
4 Na ordem direta: Se em teu formoso céu resplandece a imagem do Cruzeiro (do Sul, a constelação), ó Brasil, desce à terra um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança.
5 Impávido: sem medo (sem pavor)
6 Sentido: compara-se o esplendor da natureza a um “berço esplêndido”. Fulgurar: brilhar; florão: ornamento de flores ou de ouro; Novo Mundo: América.
7 Garrida: alegre, graciosa. Em ordem direta: Teus risonhos campos têm mais flores do que a terra mais garrida. Os trechos entre aspas são do poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias.
8 Lábaro e flâmula: bandeira. Sentido: O símbolo de amor eterno pelo Brasil será sua bandeira estrelada, cujo verde simboliza paz e glória.
9 Sentido: se a guerra (clava forte) for necessária, seus filhos não fugirão à luta, pois quem adora o Brasil não teme a própria morte.
OBS.: A melodia foi composta por Francisco Manuel da Silva em 1831, com letra de Ovídio Saraiva de Carvalho, substituída em 1909 pelo poema de Joaquim Osório Duque Estrada oficializado em 6/9/1922 às vésperas do centenário da independência, é sempre executado com o mesmo andamento (uma semínima igual a 120) e o canto em uníssono; devem-se cantar as duas partes do poema, exceto em execuções instrumentais, quando se toca a música integral, mas sem repetição.
1 Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado
retumbante,
2 E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
3 Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com
braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada, idolatrada,
Salve! Salve!
4 Brasil, um sonho intenso, um raio
vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e
límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
5 Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha esta grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil, és tu Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
7 Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos
têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida “no teu seio” mais amores”.
Ó Pátria amada, idolatrada,
Salve! Salve!
8 Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- paz no futuro e glória no passado.
9 Mas, se ergues da Justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora,
a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil, és tu Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
1 Na ordem direta: As margens do (riacho) Ipiranga ouviram o brado de um povo heróico; alusão à proclamação da independência, realizada por dom Pedro I, próximo ao riacho Ipiranga, em São Paulo.
2 Com a independência do Brasil, o país torna-se livre do domínio de Portugal.
3 Penhor: direito, garantia. Sentido: Se conquistamos o direito à igualdade entre as nações, poderemos dar a vida para defender a liberdade.
4 Na ordem direta: Se em teu formoso céu resplandece a imagem do Cruzeiro (do Sul, a constelação), ó Brasil, desce à terra um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança.
5 Impávido: sem medo (sem pavor)
6 Sentido: compara-se o esplendor da natureza a um “berço esplêndido”. Fulgurar: brilhar; florão: ornamento de flores ou de ouro; Novo Mundo: América.
7 Garrida: alegre, graciosa. Em ordem direta: Teus risonhos campos têm mais flores do que a terra mais garrida. Os trechos entre aspas são do poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias.
8 Lábaro e flâmula: bandeira. Sentido: O símbolo de amor eterno pelo Brasil será sua bandeira estrelada, cujo verde simboliza paz e glória.
9 Sentido: se a guerra (clava forte) for necessária, seus filhos não fugirão à luta, pois quem adora o Brasil não teme a própria morte.
OBS.: A melodia foi composta por Francisco Manuel da Silva em 1831, com letra de Ovídio Saraiva de Carvalho, substituída em 1909 pelo poema de Joaquim Osório Duque Estrada oficializado em 6/9/1922 às vésperas do centenário da independência, é sempre executado com o mesmo andamento (uma semínima igual a 120) e o canto em uníssono; devem-se cantar as duas partes do poema, exceto em execuções instrumentais, quando se toca a música integral, mas sem repetição.
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